Rendimento Médio Real Segundo Pesquisa Mensal de Empregos - Maio 2005 (IBGE)
Para o cálculo do rendimento real, o deflator utilizado para cada área é o Índice de Preços ao Consumidor – INPC da respectiva região metropolitana, produzido pelo IBGE. Para o rendimento do conjunto das seis regiões metropolitanas abrangidas pela pesquisa, o deflator é a média ponderada dos índices de preços dessas regiões. A variável de ponderação é a população residente na área urbana da região metropolitana.

O rendimento médio real habitual das pessoas ocupadas, para o total das seis regiões metropolitanas, referente ao mês de maio deste ano, situou-se em R$ 932,80, o equivalente a aproximadamente 3,1 salários mínimos. Esta estimativa apresentou variação negativa de -1,5% em relação a abril de 2005. Na comparação com igual período do ano passado, o quadro foi de estabilidade.

Na comparação mensal, as regiões metropolitanas de Recife (-3,1%), Salvador (-3,9%), Belo Horizonte (-1,0%) e Rio de Janeiro (-3,2) apresentaram queda no rendimento médio real do trabalhado.Em São Paulo (-0,3%) e Porto Alegre (-0,3) esta estimativa praticamente não se alterou.

No confronto com maio do ano passado, foi observada queda no rendimento médio real habitual do trabalhador nas regiões metropolitanas de: Salvador (-3,0%) e São Paulo (-0,9%). Em Recife (7,5%), Belo Horizonte (6,5%) e de Porto Alegre (1,3%) houve recuperação no rendimento. No Rio de Janeiro o quadro não se modificou.

Rendimento das categorias de posição na ocupação na comparação mensal.

Para o total das seis regiões, registrou-se estabilidade no rendimento dos empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado, com o rendimento médio sendo estimado em R$ 955,90. Para a categoria dos empregados sem carteira de trabalho assinada no setor privado o registro foi de queda (-0,9%), onde o rendimento médio passou de R$ 609,89 para R$ 604,50. A categoria dos trabalhadores por conta própria também apresentou variação negativa de (-3,3%), com o rendimento médio passando de R$ 739,72 para R$ 715,30.

Rendimento das categorias de posição na ocupação na comparação anual.

Para o total das seis regiões, registrou-se queda no rendimento dos empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado (-1,7%), com o rendimento médio passando de R$ 972,28 para R$ 955,90. Na categoria dos empregados sem carteira de trabalho assinada no setor privado também foi verificado movimento de queda (-2,6%). Onde o rendimento médio passou de R$ 620,70 para R$ 604,50. A categoria dos trabalhadores por conta própria mostrou variação negativa de (-4,2%), com o rendimento médio passando de R$ 746,97 para R$ 715,30.

O gráfico a seguir mostra a evolução, de MAIO de 2004 a MAIO de 2005, do rendimento médio real habitual da população ocupada, para o total das seis regiões metropolitanas abrangidas pela pesquisa.

O quadro a seguir mostra as variações do rendimento médio real habitual da população ocupada, segundo as categorias de posição na ocupação.

O quadro a seguir mostra as variações do rendimento médio real habitual da população ocupada, segundo as categorias de posição na ocupação.

O quadro a seguir mostra a evolução do rendimento médio real habitual da população ocupada, por região metropolitana.

Na comparação com abril de 2005, verificou-se perda no rendimento médio real habitual dos trabalhadores, segundo os grupamentos de atividade: comércio, reparação de veículos automotores e de objetos pessoais e domésticos e comércio a varejo de combustíveis (-0,8%); educação, saúde, serviços sociais, administração pública, defesa e seguridade social (-3,6%); outros serviços (alojamento, transporte, limpeza urbana e serviços pessoais) (-4,8%). Apresentaram alta no rendimento médio dos trabalhadores os grupamentos: indústria extrativa, de transformação e distribuição de eletricidade, gás e água (0,5%); serviços prestados à empresa, aluguéis, atividades imobiliárias e intermediação financeira serviços domésticos (1,1%) e serviços domésticos (0,4%). Verificou-se estabilidade nos rendimentos dos trabalhadores do grupamento da construção (-0,2%); No confronto com maio de 2004, foi verificada alta no rendimento médio real habitual dos trabalhadores nos grupamentos de atividade: construção (0,9%); comércio, reparação de veículos automotores e de objetos pessoais e domésticos e comércio a varejo de combustíveis (1,4%); serviços prestados à empresa, aluguéis, atividades imobiliárias e intermediação financeira (1,3%); serviços domésticos (2,3%) e outros serviços (alojamento, transporte, limpeza urbana e serviços pessoais) (5,1%). Os demais grupamentos apresentaram redução no rendimento do trabalhador: indústria extrativa, de transformação e distribuição de eletricidade, gás e água (-2,2%); educação, saúde, serviços sociais, administração pública, defesa e seguridade social (-1,8%);

O quadro a seguir mostra as variações do rendimento médio real habitual da população ocupada, segundo os grupamentos de atividade.

 
Fonte: http://www.ibge.gov.br
Data: 4/10/2005
 
 
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